quarta-feira, 15 de abril de 2009

piscicologia feminina




A diferença entre amor e paixão




A diferença entre amor e paixão

Uma grande amiga tinha vivido, durante três anos, um relacionamento muito turbulento cheio de ciúmes, términos e voltas súbitas. Onde o sofrimento era maior do que a felicidade. Onde o ciúme imperava. Onde a insegurança era maior do que a certeza. E como não podia ser diferente, a história chegou ao fim. No auge do seu sofrimento ela me disse que a vida sem ele não tinha mais graça e
que nunca mais iria amar outra pessoa! Foi aí que eu perguntei se o que ela sentia por ele era amor de verdade ou uma daquelas paixões avassaladoras que nos deixa sem rumo, sem chão, sem visão, sem identidade e que nos faz passar a gostar mais do outro do de nós mesmos. Ela me respondeu, com toda certeza do mundo, que era amor verdadeiro. Aquela resposta não me surpreendeu em nada, pois
quem nunca teve um relacionamento como este tão avassalador? Quem nunca cometeu uma loucura por alguém por achar que aquela era pessoa da sua vida? Quem nunca abriu mão do que mais gostava pra viver o que o outro mais gostava? Quem nunca achou que se ele ou ela te deixasse a vida não valeria mais a pena? Muitas pessoa costumam acreditar que isto é amor. Mas definitivamente não é. E digo com conhecimento de causa. Existe uma grande diferença entre paixão e amor.


Paixão é euforia, amor é calmaria. Paixão é rápida, amor é duradouro. Paixão é súbita, amor é progressivo. Paixão é agressiva, amor é delicado. Paixão é vendaval, amor é brisa. Paixão destrói, amor constrói. Paixão vinga, amor perdoa. Paixão é doença, amor é saúde. Paixão é dor, amor é alívio. Paixão é dúvida, amor é certeza. Paixão é loucura, amor é cura. O amor faz a gente
querer ser mais, querer aprender mais para poder trocar com quem amamos novas lições de vida. O amor ajuda a superar dificuldades enquanto que a paixão cria obstáculos. A paixão é totalmente egocêntrica, passional, escandalosa. O amor é cuidadoso, atencioso e cúmplice. Ele nos faz acreditar que a felicidade não está nas mãos de outra pessoa e sim nas nossas mãos. Que só podemos ser felizes com alguém se conseguirmos ser felizes com nós mesmos.


O amor é aceitar que o outro tem defeitos, que somos diferentes, mas que podemos conviver com estas diferenças, pois o que atrai duas pessoas é exatamente o que um tem e o outro não. Há quem acredite que é necessário viver cegamente uma paixão já que as pessoas hoje em dia não se permitem mais sofrer. Mas quem disse que quem ama não sofre, não chora, não erra, não sente ciúmes e não se decepciona às vezes.


Apesar da paixão ter mais contras do que prós em relação ao amor ainda acho que não há vida sem um pouco de paixão. Portanto o melhor seria viver a vida apaixonadamente para que possamos ter um amor de verdade!!!


O que você procura no seu companheiro?




O que você procura no seu companheiro?


Vamos falar um pouco sobre este assunto que todas as mulheres adoram: Relacionamento. Quando nós procuramos uma pessoa para ficarmos para sempre o que e porque procuramos isso?


Ha um século atrás as mulheres procuravam alguém para proporcionar e lhe dar uma família e na maioria das vezes a escolha do parceiro ideal não existia. A mulher casava com aquele que estivesse disposto a ter um compromisso sério. A mulher daquela época era a mesma de hoje, não mudou internamente. A mulher não se sujeitava a isso porque ela gostava ou porque ela queria. Quem era diferente, era o meio em que as pessoas viviam, ou seja, o externo e não o interno. Existia muito preconceito em relação às mulheres solteiras, elas se sentiam “rejeitadas”, diferentes das outras. Não respeitavam essas mulheres que optavam por não se casar. Era como se elas possuíssem algum “defeito de fabricação” e se sentiam “fora da lei”. Desta forma o mais importante não era ser feliz, era ser casada e a qualquer custo.


Hoje já mudou muito e é claro que o casamento continua sendo importante para a maioria das pessoas, mas hoje as mulheres preferem decidir e escolher melhor seu parceiro e seguem aquele famoso ditado: Antes só do que mal acompanhada.


Essas mudanças se deram diante da segurança que as mulheres conseguiram atingir tanto no âmbito pessoal quanto profissional.


Isso se chama evolução e toda revolução é para melhor. Neste caso não parece tão bom para os homens quanto antes, que já não são os donos absolutos desta escolha, mas muito melhor para nós mulheres, que agora não somos mais escravas de uma cultura machista.


O resultado desta mudança será mais casamentos duradouros, mais famílias saudáveis e mais filhos felizes, ou seja, no final todos nós saímos ganhando!


RELACIONAMENTOS PÓS-SEPARAÇÃO


O fim dum relacionamento duradouro, principalmente depois de alguns anos, é um momento difícil para os dois. Se o relacionamento já tinha chegado ao casamento, mais difícil será a separação daqueles que se amavam. O fim é difícil até mesmo para aqueles que não queriam mais estar juntos com o outro.

Os recém-separados redescobrem quem são individualmente, pois com o relacionamento, os casais conhecem a personalidade de dois juntos e não individualmente. Quando são compatíveis, eles se tornam muito parecidos, pensam as mesmas coisas, sentem as mesmas coisas, o projeto de vida é o mesmo. Reconhecer-se sozinho é um susto para aqueles que têm o reencontro consigo mesmo após o fim.

A sensação é estranha, sente-se um vazio que não pode ser preenchido facilmente. É uma dor esquisita. Mais inusitado ainda é perceber que sente essa dor mesmo quando o que mais queria enquanto estava na relação era o seu fim.

O indivíduo volta-se para dentro de si, verifica se aquele restaurante que gostavam de ir, agora solteiro, tem o mesmo sabor. Será que ele realmente gostava ou gostava porque ela adorava? De fato, aqueles que saíram duma relação de longa data iniciam a sua redescoberta e se vêem diante da vida de solteiro. O que fazer? Quem tem amigos, recorrem a eles
.

Cada pessoa reage de uma maneira. Algumas querem ficar reclusas por um tempo, outras querem espairecer, sair para esquecer, e outras querem preencher o vazio com outra pessoa. Não há melhor saída, cada uma deve reagir de acordo com sua natureza, como o seu corpo suporta, como sua mente determina. Já pregamos que o melhor remédio para paixão é outra. Não mudamos de idéia, mas estamos separando a paixão do amor. Se o relacionamento não foi tão profundo, ainda que longo, se não houve verdadeiramente amor, encontrar outra paixão correspondida fará acabar com o sofrimento.

Todavia, sair de um relacionamento intenso e duradouro não é tão simples quanto aquele. Por isso, cada um reconhecerá a si e seguirá o caminho que a mente lhe trilhar.

A temática que queremos seguir é sobre a análise da situação de uma pessoa iniciando um relacionamento com alguém recém-separado de um relacionamento intenso e duradouro. Como referido, há
pessoas que encontram como saída do sofrimento o relacionamento com outra pessoa, para preencher o vazio. A questão é analisar se isso fará bem àquela que foi escolhida pelo (a) recém-separado (a).

Há muitos casos de pessoas que sofreram ao se relacionar com os recém-separados. Elas encontram o indivíduo aos pedaços, sofrido. Elas o ajudam a se recompor, a se reconhecer novamente como indivíduo separadamente, dão todo o apoio necessário, desenvolvem, assim, uma nova relação.

O que muitos não percebem é que essa pessoa está voltando a reconhecer sua individualidade e é esse o seu objetivo inicial. Para isso, usam o suporte de um novo relacionamento, mas não se entregam totalmente a ele. Eles precisam antes se recompor. Além disso, o medo está presente: como o sofrimento tem sido muito grande, envolver-se novamente da mesma maneira é contra o seu instinto de preservação. Ele não quer se machucar novamente.

Por essa razão, ele desenvolve ou cria uma nova maneira de se relacionar, bem diferente da anterior, e é esse tipo de relacionamento que ele quer ter com essa pessoa que tanto o tem ajudado. Entretanto, aquela que foi escolhida para essa nova fase da vida não vê o relacionamento da mesma forma, na verdade, ela quer viver a mesma intensidade que ele viveu. Gerou-se, então, o conflito de interesses. Cada um se interessa por um tipo de relacionamento que não são compatíveis.

A conseqüência irremediável é o fim dessa nova relação. Mas essa não é a única possibilidade. Pode também o (a) recém-separado (a) usar o apoio da nova relação e se redescobrir. Às vezes, um relacionamento pode terminar porque os participantes não se reconheciam mais como pessoa individualizada e sentiram-se sufocadas. Voltando a se reconhecer, o casal pode conseguir uma reaproximação e quem sofrerá será a terceira pessoa que entrou no “barco furado” com as melhores intenções.

O que pode acontecer também é a separação ter sido motivada por brigas demasiadas que desgastaram a relação. Mas o amor ainda existe em ambos. Com o novo relacionamento, o casal respira e sua relação anterior ganha novos ares. Eles sentem saudades um do outro e voltam a ficar juntos.

Há pessoas que se sentem tão gratas àquela terceira pessoa que não conseguem terminar a segunda relação, e permanece com dois relacionamentos ao mesmo tempo. Outro motivo para permanecer em duas relações é o comodismo ou o medo de que os problemas voltem no casamento ou na relação duradoura.

De qualquer modo, a terceira pessoa que ajuda o (a) recém-separado (a) é quem, no linguajar comum, “paga o pato”. Por essa razão, alertamos as pessoas que conheçam muito bem o (a) recém-separado (a) antes de se envolverem. Dêem todo o suporte de que ela precisa, mas não se envolva rapidamente. Dificilmente você conseguirá verificar qual a causa do fim do relacionamento ou o que essa pessoa está procurando, pois nem ela sabe. Quanto mais você conhecer sobre a vida dele (a), sobre a vida de casados, sobre o (a) parceiro (a) anterior, mais você terá como analisar e se precaver de sair ferido (a).

Não recomendamos que você deixe de se relacionar com pessoas que acabaram de sair de relacionamentos duradouros e intensos, apenas recomendamos muita cautela, que não se entregue tão facilmente. A cautela tem que ser ainda maior se esse relacionamento findo era um casamento, pois até que o divórcio ocorra (a ou até depois), os casados podem querer tentar novamente.

Não se entregue totalmente, sinta o terreno aos poucos, dê-lhe liberdade e exerça sua liberdade nesse relacionamento com pessoa recém-separada. Avalie bem se ela é quem você procura, se vale a pena dar tempo para que o recém-separado se recupere.

A palavra de ordem, portanto, é cautela.



Papel feminino na sociedade


A mulher hoje em dia tem que exercer diversas funções, como trabalhar
fora e dentro de casa, ser boa mãe e boa esposa, boa filha e ainda cuidar de
si mesma, para quando o marido chegar em casa olhar para a mulher que ele
escolheu para casar e pensar: Nossa, como ela é linda!


Você deve estar cansada só de ler tudo que está escrito acima, não é?
Com as mudanças que têm ocorrido, a mulher consegue ocupar cargos em
empresas que nunca eram cogitados antigamente: isso é um fator muito
bom. Porém, as atividades exigidas acabam ocupando muito tempo do nosso
dia, não sendo possível realizar todas perfeitamente, como fazer as compras
de supermercado na data certa, para que nada falte nunca dentro de casa,
preparar um jantar gostoso para a família (se você não cozinha, tem que
preparar o menu muitas vezes), tempo para fazer as unhas, o cabelo, sair
com as amigas, cuidar dos filhos, levá-los e buscá-los na escola, participar
das reuniões escolares, enfim, tudo isso e mais um pouco...
É fato que em alguma área ou em algum momento você mulher vai falhar,
mas o que devemos fazer?


Acredito que para sermos felizes e realizadas em todos os setores citados
acima, devemos, primeiramente, parar de nos cobrar tanto, parar de cobrar a
perfeição, já bastam as cobranças que temos que lidar no dia-a-dia,
cobranças do nosso chefe (se é que não somos o nosso próprio chefe),
cobranças em casa e outras responsabilidades que já temos como
obrigatórias.


Desta forma, quando acontecer de suas unhas ficarem uma lástima, ou seu
cabelo sem aquela linda escova, ou o jantar não ser aquele que seu marido
gosta, tudo bem, um dia ou outro isso será inevitável, e o mais importante
em tudo isso é aceitar este inevitável desastre do dia-a-dia e ser feliz, pois
nada melhor que um dia após o outro para prepararmos nossa agenda e
fazermos aquilo que é possível, pois tudo mudou, mas o tempo continua
tendo as mesmas vinte e quatro horas de sempre. E o tempo, minha amiga,
não é diferente do que sempre foi!








Por que as mulheres competem tanto entre si?





Não sei se vocês mulheres já notaram o quanto reparamos nas outras mulheres... Na maioria das vezes essa nossa atenção tem origem no desejo de "ser" sempre mais bonita que qualquer outra.

Esta concorrência - até certo ponto surda - estimula o consumismo sempre crescente, fazendo com que as lojas aumentem os seus lucros, tenham cada dia mais novidades em cosméticos, tratamentos de beleza, massagens para todos os tipos de "problemas" (nossos problemas, não é mesmo?), curas "milagrosas" obtidas com um mínimo de esforço e um máximo de gasto.

Bem, mas será que isso faz parte da natureza feminina? Acredito que sim, pois desde quando nascemos nós já concorremos com uma mulher muito especial pelo amor do nosso pai: a nossa mãe.

A mãe exerce um papel fundamental neste ciclo que nos motiva até a idade adulta. É fato que a mãe é nossa primeira e maior "inimiga" e carregamos este sentimento por toda a vida. Não estou dizendo que nossa mãe será para sempre nossa inimiga, pelo contrário, teremos que achar "outras" mulheres
para aliviarmos nosso sentimento perante esta pessoa que tanto amamos e que não desejamos nenhum mal. Este conflito de sentimentos faz com que procuremos outro objeto (outra mulher), para depositarmos este sentimento que nos causa angústia pelo fato de nosso sentimento ser contraditório em relação à pessoa que nos deu a vida e que é tão boa conosco.

Quando crescemos achamos várias delas e o que não falta é mulher para depositar este sentimento. Que bom! não é mesmo? Senão, coitadas das nossas mães!

A partir de hoje você já sabe a razão pela qual repara tanto nas outras mulheres !









Por que as mulheres competem tanto entre si?





Não sei se vocês mulheres já notaram o quanto reparamos nas outras mulheres... Na maioria das vezes essa nossa atenção tem origem no desejo de "ser" sempre mais bonita que qualquer outra.

Esta concorrência - até certo ponto surda - estimula o consumismo sempre crescente, fazendo com que as lojas aumentem os seus lucros, tenham cada dia mais novidades em cosméticos, tratamentos de beleza, massagens para todos os tipos de "problemas" (nossos problemas, não é mesmo?), curas "milagrosas" obtidas com um mínimo de esforço e um máximo de gasto.

Bem, mas será que isso faz parte da natureza feminina? Acredito que sim, pois desde quando nascemos nós já concorremos com uma mulher muito especial pelo amor do nosso pai: a nossa mãe.

A mãe exerce um papel fundamental neste ciclo que nos motiva até a idade adulta. É fato que a mãe é nossa primeira e maior "inimiga" e carregamos este sentimento por toda a vida. Não estou dizendo que nossa mãe será para sempre nossa inimiga, pelo contrário, teremos que achar "outras" mulheres
para aliviarmos nosso sentimento perante esta pessoa que tanto amamos e que não desejamos nenhum mal. Este conflito de sentimentos faz com que procuremos outro objeto (outra mulher), para depositarmos este sentimento que nos causa angústia pelo fato de nosso sentimento ser contraditório em relação à pessoa que nos deu a vida e que é tão boa conosco.

Quando crescemos achamos várias delas e o que não falta é mulher para depositar este sentimento. Que bom! não é mesmo? Senão, coitadas das nossas mães!

A partir de hoje você já sabe a razão pela qual repara tanto nas outras mulheres !







Por que as mulheres competem tanto entre si?





Não sei se vocês mulheres já notaram o quanto reparamos nas outras mulheres... Na maioria das vezes essa nossa atenção tem origem no desejo de "ser" sempre mais bonita que qualquer outra.

Esta concorrência - até certo ponto surda - estimula o consumismo sempre crescente, fazendo com que as lojas aumentem os seus lucros, tenham cada dia mais novidades em cosméticos, tratamentos de beleza, massagens para todos os tipos de "problemas" (nossos problemas, não é mesmo?), curas "milagrosas" obtidas com um mínimo de esforço e um máximo de gasto.

Bem, mas será que isso faz parte da natureza feminina? Acredito que sim, pois desde quando nascemos nós já concorremos com uma mulher muito especial pelo amor do nosso pai: a nossa mãe.

A mãe exerce um papel fundamental neste ciclo que nos motiva até a idade adulta. É fato que a mãe é nossa primeira e maior "inimiga" e carregamos este sentimento por toda a vida. Não estou dizendo que nossa mãe será para sempre nossa inimiga, pelo contrário, teremos que achar "outras" mulheres
para aliviarmos nosso sentimento perante esta pessoa que tanto amamos e que não desejamos nenhum mal. Este conflito de sentimentos faz com que procuremos outro objeto (outra mulher), para depositarmos este sentimento que nos causa angústia pelo fato de nosso sentimento ser contraditório em relação à pessoa que nos deu a vida e que é tão boa conosco.

Quando crescemos achamos várias delas e o que não falta é mulher para depositar este sentimento. Que bom! não é mesmo? Senão, coitadas das nossas mães!

A partir de hoje você já sabe a razão pela qual repara tanto nas outras mulheres !













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